sábado, 16 de fevereiro de 2008

Silver Cocks (Itália)


Os Taxi são a referência no panorama punk rocker italiano, os Cummies são uma agradável surpresa, mas a grande revelação vinda do país de Berlusconi chama-se Silver Cocks!

Não têm ainda qualquer registo editado, mas ao ouvir as 3 músicas disponibilizadas por esta banda no Myspace fica logo a ideia que estamos perante uma banda daquelas que vão arrasar. Punk Killed By Death (especialmente o europeu) no seu estado mais puro e duro... algures entre Pekinska Patka, Hubble Bubble, The Kids e Tits (os reis do punk rock KBD holandês).

Confesso que espero ansiosamente por uma edição futura desta promissora banda. Em conversas cibernauticas com Vito (o baixista) fiquei a saber que vão ter um tema numa compilação a ser lançada pela Zodiac Killer Records e que estão à procura de editora para lançarem o primeiro 7".

Isto mostra que o punk italiano está recheado de boas bandas e em breve espero apresentar mais duas ou três. Entretanto, podem ouvir (e sacar) as 3 músicas disponíveis em:

http://www.myspace.com/silvercocks

Disponíveis também estão estes videos:


"Violadores"


"Litvinenko"


"Johnny Rotten Go Go + Loose Prick"

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

The Cummies - Ao Vivo no Espaço (Lisboa)



Os italianos The Cummies vieram até Portugal tocar algumas datas... desde o Porto e Lisboa, passando por Cascais e pelo Algarve, foram vários concertos trazidos até nós pela Infected Records.

Cheguei ao Espaço dos Desastres, nos Anjos, eram 6 em ponto e os italianos iam começar a tocar... já tinham tocado duas bandas e iam tocar outras duas depois. Percebo a ideia, mas não consigo ver lógica nisso. Enfim, continuando...

Já conheço os Cummies há algum tempo e o que tinha ouvido deles soava-me muito a Queers, Screeching Weasel, The Dickies e Ramones, com ligeiros toques de bandas como Adolescents e Youth Brigade (da California).

Quando os vi ao vivo fiquei com outra impressão. Claro que as influencias dos Ramones e Queers são óbvias, mas vão para além disso. Conseguem fazer o que muitas bandas agora fazem que é um punk rock rápido, orelhudo, com melodias pop, mas sempre tocado de forma agressiva. As semelhanças com os Briefs, Clorox Girls ou Spits é óbvia.

Tocaram cerca de 40 minutos e metade do concerto foram covers... desde "Judy Is A Punk" e "Today Your Love, Tomorrow The World" dos Ramones, até "First Time" dos The Boys, "Sonic Reducer" dos Dead Boys, "Do You Love The Nazis" dos The Kids e para terminar uma versão algures entre Circle Jerks e Black Flag do clássico "Wasted".

O concerto foi agradável, não enjoaram e nem os problemas técnicos atrapalharam muito a coisa.

Nota final do concerto foi a actuação muito coesa e interessante dos lisboetas Gazua! Fiquei impressionado pela positiva com o concerto deste Power-Trio e fiquei com imensa curiosidade para não só os ver de novo ao vivo como de comprar o cd para ver se conseguem em estudio ser tão bons como em cima do palco. Thumbs up!

Resultado final desta tarde/noite: O punk rock italiano está bom e recomenda-se e cada vez mais começam a aparecer bandas interessantes e de qualidade aqui no burgo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Plain Wrap - Original Music For A Generic World (1985)


Estamos em Fullerton (Orange County) em 1985. Depois do "boom" das bandas clássicas, como Social Distortion, TSOL, Agent Orange e Adolescents, a cena punk desde condado da California começou a crescer e foram várias as bandas que viram os seus singles e albuns verem a luz do dia.

Uma delas foram os Plain Wrap. Liderados pelo criativo Don Wrap, lançaram este LP que é das melhores edições que Orange County viu sair. É muito facil descrever o som desta banda... misturando o Hardcore com o Punk e o Pop temos os Plain Wrap.

O album chama-se "Original Music For a Generic World" e é um pop-punk com laivos de hardocre (muito comum na altura) recheado de agressividade e melodia. Imagine-se uns Dickies misturados com os Ramones e com músicas de Black Flag ou Circle Jerks pelo meio...

O albúm começa com um clássico punk rock: "Time To Change", Punk Rock à California'80 com um refrão que rapidamente se decora (um daqueles Oh-Oh-Oh). Na linha desta primeira música temos outros temas como "For What It's Worth" ou "Black Luck Man". Depois vem um dos grandes destaques do disco: "Myron", um tema que fica logo na cabeça... orelhudo mas não enjoativo, uma boa dose de pop misturada com punk e um riff de guitarra absolutamente memorável. Encontramos mais do mesmo em "Not Straight Edge" ou "Traffic".

O album tem estas duas vertentes, punk rock clássico com melodia mesclado com punk rock melódico com agressividade. No entanto, encontramos excepções em temas como "Green Light, Red Light" (Punk/Hardcore à Cicrle Jerks) ou "Plain Rap" que é o tema que fecha o albúm e que é (espero eu) uma paródia ao Rap que florescia na altura.

Em suma, temos aqui um disco bastante interessante e que fecha com chave de ouro a geração dourada da cena de Orange County, sendo também um tesouro perdido para os fãs da cena punk rock desta altura e desta zona (que ainda são muitos).


A edição em vinil é complicada que apanhar, mas há uma re-edição em CD que tem não só este album, como os singles (que inclui uma das melhores músicas que ouvi nos ultimos tempos "This Is Punk Rock", que é um tema martirizante na onda dos Weirdos) e ainda as gravações quando a banda ainda era conhecida por Mox Nix. O cd está à venda na loja online da Bomp Records.

Podem ver um video da banda no Youtube aqui.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Taxi - Like A Dog + Yu Talk Tu Mach (Italia)

Taxi - Os reis do punk-rock italiano


É verdade, quando falamos de punk rock cheio de sujidade e com influências Killed By Death, a Itália neste momento tem várias bandas interessantes para nos oferecer. E se os Problematics foram os reis nos anos 90... os Taxi podem muito bem ser os seus sucessores nesta década. Lançaram vários singles, mas acima de tudo 2 Lp's de grande qualidade, candidatos a melhores deste recente e novo século.

Vamos por partes...



Em 2003, depois de dois singles de relativo sucesso, os Taxi lançam o seu 1º LP pela Dead Beat Records da California. Quando me chegou às mãos fiquei completamente preplexo. Eram os novos Problematics. Desde Killed By Death a bandas mais pop, as influências estavam todas lá e faziam desta banda a verdadeira "next big thing" do underground, se assim se pode dizer.

12 músicas poderosas que misturam a influencia de bandas americanas como os Stooges, Ramones da fase inicial, Pagans e Testors com a punk rock ingles mais melodico
e harmonioso, como uns Eater ou Agony Bag, de quem fazem uma cover (Rabies Is A Killer, um dos pontos mais altos do disco).

Os destaques do LP, para além da música já referida, vão para o tema de abertura "Dog's Eyes" que é um destilar de energia, velocidade e melodia, que tem continuação e paralelo em músicas como "Deep Reed" ou "Eat Me".

As vocalizações são geniais, com um ingles com pronuncia italiana que dá um toque ainda mais original a este disco e a esta banda. Depois disto era esperar por mais...

E a espera valeu a pena... em 2007 chegou-nos Yu Talk Tu Mach! A sequela perfeita para o 1º disco. A onda continua a mesma... Dictators, Stooges, Testors e Pagans misturados com o punk ingles dos Eater, Professionals ou Adverts com guitarradas garage pelo meio.

O resultado de 4 anos de espera é um disco ainda mais heterogeneo sem perder coerencia ou interesse. Desta vez inclui até uma cover de Serge Gainsburg. As vocalizações continuam soberbas, as guitarras ainda mais afinadas e com toques ainda mais acentuados de High-Energy misturados com o KBD Punk Rock.

O resultado são temas memoráveis como o genial "Who's To Blame" ou o grande tema de abertura "Killer".

Esta banda está bem no topo, como já devem ter percebido, e vale a pena uma audição bem atenta da mesma.

Myspace Oficial dos Taxi
Site Oficial dos Taxi

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

The Problematics - Live!!

O Youtube tem destas maravilhas... The Problematics lançaram o melhor album de punk rock dos anos 90. "The Kids All Suck" saiu pela Rip Off Records e é um desfilar de clássicos, incluindo covers dos Gizmos (Real Rocknroll Dont Come From New York), Zero Boys (Hightime) e do clássico dos Undertones (Teenage Kicks).

A banda acabou, mas deixou-nos este concerto a todos os níveis brutal!! Obrigado Youtube!!


1 - Everything's Gonna Be Alright


2 - Here We Come


3 - Teenage Heartattack


4 - Bad Bad Woman


5 - Bad Habit


6 - Creeptown


7 - The Kids All Suck


8 - I Guess I'm Not Cool Enough For You

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Pekinska Patka - O Punk em Jugoslavo

Pekinska Patka



O nome é estranho, mas esconde uma grande banda de punk rock. O Leste europeu não foi pródigo em punk rock nos anos 70... os regimes de leste assim não deixavam. Mas, a Jugoslávia da era Tito, o líder dos não alinhados, viu nascer uma das melhores bandas de punk rock europeu: Pekinska Patka.

A carreira desta banda é curiosa, mas não é das que mais interesse aqui relatar. O primeiro albúm, Plitka Poezija viu a luz do dia em 1980 e tem 16 clássicos. É um punk rápido, corrido sem deixar de ser orelhudo. Mais rápido que o que se fazia na Europa e nos Estados Unidos na altura.

Vale a pena procurar re-edições ou pelo e-bay porque é uma peça fulcral a qualquer colecção. Imaginem uns Eater misturados com uns Ramones ou Misfits, mas tocados de forma rápida e desenfreada... estão apresentados!



Antes porém deste disco, a banda lança dois 7", na mesma onda, também peças de colecção. Um desses temas figura nas míticas compilações Back To Front da Incógnito Records da Alemanha.

No ano seguinte, 1981, seria lançado também mais um LP e um Single, também merecedores da atenção dos leitores/ouvintes.

Cortesia do blog Last Days of Man On Earth temos o album inteiro disponível para download. É só clicar aqui!

Podem ouvir musicas deles no seu Myspace e podem ver os seguintes videos da banda:


"
Biti Ružan, Pametan i Mlad"


"Ja Sam Panker u Sakou Starom"


"Stop Stop"


"Homburg"


quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

The Sadists - A Ira da Corrente

Os fãs de Germs, Bad Brains, Pagans e de todo o universo Killed By Death podem ser apresentados finalmente aos portugueses The Sadists.

Em seguida, a review feita pelo blog Hoje Há Punk Rock no Liceu


Pois é já está na rua , o aguardado LP de estreia dos The Sadists , intitulado "A Ira da corrente" , um hino do Punk da Rua. O mini-Lp é composto por 8 músicas , incluíndo a cover dos Xutos & Pontapés "Morte Lenta" , num desfilar de Punk Rock à antiga ( algo pouco comum por esta terra à beira mar plantada) , com todo o jogo KbD , com influências notórias do Punk dos States , Dead Boys , Pagans , Testors , Dogs e por ai fora. Destacam-se as músicas "Ira da corrente" , pelo seu refrão apelando ao grito em uníssono , a música "Martirizador" a malha mais speedada do álbum , ideal para agitar massas inertes e por fim "No Tomorrow" que conta com a participação nos coros do Cobretti dos Clockwork Boys. O disco encontra-se a venda através do myspace da editora Mayday Records e em algumas lojas de Lisboa.

Estamos perante o album do ano de 2007 do Punk Nacional. E de referir que os Sadists sabem daquilo que fazem , não é por acaso que no insert o disco é dedicado à geração de ouro do Punk nacional , Aqui d'el Rock , Tilt , Grupo Parlamentar , Speeds , UHF , Xutos Pontapés. E não esquecer o disco está limitado a 300 cópias numeradas , o que é de prever tornar-se uma raridade daqui a uns anos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

The Punks - Detroit 1974-75


A minha relação com esta banda foi amor à primeira audição.

Oriundos de Detroit, formaram-se em 1973 e conseguem fazer um som que mistura o psicadelismo de algumas bandas dos anos 60 (como os 13th Floor Elevators) com o Detroit Sound típico (Stooges e MC5) e a linha melódia dos The Who ou Kinks...

O resultado é um albúm lançado pela Rave-Up que contém apenas e só gravações de estúdio do período mais fértil da banda.

São 9 músicas, algumas delas com vários minutos (podemos encontrar músicas de 6 minutos, podemos encontrar de 3 minutos... ou mesmo de 8!!), que apresentam variações de ritmo e de melodias que impressionam qualquer um.

Eram músicos de qualidade e o resultado é um disco pura e simplesmente do outro mundo.

A edição já está esgotada na Rave-Up Records mas vale a pena tentar procurá-la em e-bays ou afins (ou mesmo outras edições da banda) porque efectivamente para quem gosta de Stooges e MC5, os The Punks não vão desiludir. São uma banda de alto calibre.

Os destaques do album vão para o tema de abertura do LP, "My Time's Coming" (uma música que se apresenta mais na linha dos MC5, com instrumentais relativamente longos e elaborados), para "Drop Dead" (música que lembra muito os Stooges na fase do Funhouse, mesmo até nas vocalizações) e também para os 5 minutos de puro High Energy Rock de "Quick One".


Para mais informações sobre a banda podem ir aqui e ver não só uma biografia mais detalhada como também uma entrevista e uma review a outra edição dos Punks por outra editora.

Para terminar resta voltar a insistir que os The Punks são, sem dúvida, a pérola escondida do Rock dos anos 70 de Detroit. Estão a um nível muito elevado e apenas podem ser comparados aos Stooges, MC5 e Sonic Rendezvous Band.

Uma curiosidade, para terminar, em 1976, com a explosão do movimento punk rock nos Estados Unidos e em Inglaterra a banda mudou o nome para The End.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

The Defex - Beyond Machine Gun Love


Os Defex são uma banda oriunda da cena punk do Colorado, mais propriamente de Denver. As suas influências eram os Pistols, Damned e toda a cena britânica de 1977 com toques da cena nova-iorquina mais dura (leia-se Dead Boys e Ramones). Isso nota-se particularmente no seu som ao vivo.

Formam-se em 1977 e lançam apenas um 7 polegadas em 1979 (Psycho Surfer b/w Machine Gun Love). O single é muito dificil de encontrar e depois de aparecer nas Killed By Death, o seu preço disparou. No entanto, as músicas em estúdio são bastante rápidas e agressivas, o som diferente do captado ao vivo.



Capa do Single de 1979


A Rave-Up, no seu 5º lançamento, lança-nos um concerto ao vivo em 1979 desta banda de Denver. O som é bastante aceitável (ok, estamos em 1979, sim?) e mostra-nos mais uma banda que se tem lançado um LP por uma editora credível tinha dado que falar.

O albúm tem 11 músicas ao vivo. Começa com Turn On U e acaba com o clássico Machine Gun Love. As outras nove músicas andam todas em torno do mesmo. Punk Rock americano com influências do que se fazia em Inglaterra em igual período de tempo. Bem tocado e bem cantado, mostra-nos uma banda coesa e bastante interessante, especialmente se tivermos em conta que não é normal aparecerem bandas punk ou new-wave do Colorado. A influência das bandas britânicas nota-se não só nas melodias como também na liderança do baixo que deambula em escalas um pouco por todo o LP.


Os destaques do LP vão para "Tomorrow", música melódica a fugir para o Powerpop/New Wave, mas sem orgãos, a fazer lembrar uns The Boys ou Damned na fase Machine Gun Etiquette mas com um solo de bateria no meio, para "Dead Heat" que faz lembrar os Dictators no seu primeiro LP e para a cover brilhante dos Kinks em "You Really Got Me". Lá no meio, há ainda tempo para a balada à Dead Boys choradinho... "I Want You Back".

Felizmente Steve Kulpa (baixista e vocalista da banda) não deixa morrer os Defex e continua a publicitar a sua banda de adolescente um pouco por toda a web.

Assim, podem ver um site criado pelo próprio aqui.

E podem ainda ver os seguintes videos, que o próprio colocou à disposição no You Tube. Uma boa lição para as pseudo-estrelas das bandas obscuras de 70/80 em Portugal.

Video de apresentação da banda ao som da música "Toxic Shock Sydrome" (que não vem no album, mas que representa bem o som da banda):



O clássico "Machine Gun Love":



A música que abre o LP, "Turn On U":

domingo, 11 de novembro de 2007

Los Reactors – Dead In The Suburbs


Este foi o 1º LP que tive da Rave Up... e que LP!! Tem um dos melhores temas de sempre da história do Punk Rock. “Dead In The Suburbs” é uma música do outro Mundo e sozinha vale os 10 euros que o disco custa.

Esta edição contém os 2 EP’s que a banda de Tulsa lançou e ainda vários temas ao vivo. Aproveito esta edição para alertar que muitas das edições da Rave-Up têm esse problema: o excesso de temas ao vivo, muitas vezes sem grande qualidade sonora.

Neste caso, as músicas ao vivo até nem têm muito mau som (embora também não tenham um som de qualidade).

No entanto, o LP vale pelo facto de ter os dois 7 polegadas que a banda lançou. Dead In The Suburbs é vendido no e-bay a mais de 600 euros, por isso é de louvar aos Deuses que esta edição tenha visto a luz do dia e permitido a quem a comprou ter acesso a uma música de punk rock com um órgão de fundo que faz toda a diferença. Aliás, é isso que torna os Los Reactors numa banda especial. Para além do Punk Rock rápido a fazer lembrar uns Heartbreakers ou uns Pagans, têm aquele órgão Farfisa sempre em sons deambulantes e a marcar claramente a diferença para o resto das bandas da altura.

Todos os 6 temas em estúdio desta banda são muito bons e captam a mesma essência... punk rock americano com o órgão a marcar a diferença. Desde “Laboratory Baby” (originalmente o lado B de “Dead In The Suburbs”), até “Shake Down”, passando por “Culture Shock” que faz lembrar em várias alturas os Stranglers (por exemplo na “Get A Grip On Yourself).

Os temas ao vivo continuam na mesma linha de Heartbreakers com Stranglers, o que faz pensar do que teria sido desta banda caso tivesse conseguido pôr um LP cá fora por uma editora de peso. A meu ver seriam um caso sério e a “Dead In The Suburubs” apareceria em todos os Best Of’s de punk rock ao lado da “Born To Lose”, “Sonic Reducer” ou “No More Heroes”.

Resta só dizer que recentemente também a Rip Off Records lançou em CD uma edição com as mesmas músicas da edição da Rave-Up, provavelmente mais fácil de encontrar e com a seguinte capa:


Aqui está o clássico "Dead In The Suburbs" tocado na tournée de reunião de 2004 com edição em DVD: